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"É tão giro ter um mini!"

por João Sousa, em 26.08.19

Morris_Mini-Minor_1959_(621_AOK).jpg

Fez hoje 60 anos que o Mini foi apresentado oficialmente ao público.

(E nem sequer uma notazinha de rodapé nos jornais?)

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publicado às 23:53


14 comentários

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De Janita a 27.08.2019 às 12:20

Gosto de carros pequenos, utilitários e económicos. Por isso também achei "tão giro" ter um Fiat 600 há 50 anos... :)
Boa semana.
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De João Sousa a 27.08.2019 às 19:13

Ah, o Fiat 600, ao qual penso que alguns chamavam “Manta 600” em comparação irónica com o Opel Manta 1600.

Eu não gosto de conduzir. É um paradoxo, pois sou um aficionado de automóveis, mas detesto conduzir - e tenho plena consciência das limitações que isto impõe na minha vida pessoal e na minha vida profissional. Talvez eu abrisse uma excepção se tivesse um Mini. Talvez. Só que também é possível que o deixasse estacionado na rua e me limitasse a ir à varanda olhar para ele...

Boa semana.
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De Janita a 27.08.2019 às 19:58

Lembra-se do que diziam da Beatriz Costa, que tinha carro - oferecido, creio - e andava a pé?

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De João Sousa a 27.08.2019 às 23:36

E ela saberia conduzir? Às tantas, ofereceram-lhe o carro sem perguntarem antes se ela o sabia usar...
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De Janita a 29.08.2019 às 00:09

Acho que foi presente de um admirador; contou ela em entrevista.
Mas a actriz não tinha carta de condução e o veículo ficou parado no estacionamento.

Boa noite!
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De Janita a 14.09.2019 às 17:24

Boas férias!!
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De João Sousa a 14.09.2019 às 17:40

Férias? Como dizia Ghandi sobre a civilização ocidental, "acho que seria uma boa ideia". Há anos que não tenho disso.

Mas obrigado na mesma.
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De espaço da raquel a 17.09.2019 às 15:01

Adoro carros clássicos, adoro este mini, este é o Verdadeiro Mini.
De cada vez que vejo este carro, penso sempre no Mr. Bean dentro do seu Mini Verde garrafa é demais..!!
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De João Sousa a 18.09.2019 às 11:04

Sempre que eu vejo um Mini "à solta", não consigo evitar um sorriso. Infelizmente, vejo-os tão raramente...
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De espaço da raquel a 18.09.2019 às 11:53

É um carro muito giro, e com muita "pinta"
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De HD a 23.09.2019 às 17:22

Que beleza *_*
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De Flávio Gonçalves a 14.10.2019 às 15:41

Passou de carro utilitário e económico, ideal para a família de classe trabalhadora fosse ela urbana ou rural, para um artigo de luxo... podia ter evoluído melhor.
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De João Sousa a 20.10.2019 às 09:16

Eu próprio já abordei diversas vezes a bizarria de chamar “Mini” a um carro com quase quatro metros de comprimento e apenas um palmo mais curto do que o Golf. [O Mini clássico mede três metros e cinco centímetros. Três metros! O Smart actual mede menos trinta centímetros e pesa mais 300 quilos - e só transporta duas pessoas!] Mas compreendo a abordagem da BMW.

Quando o Mini foi lançado em 1959, a economia e a indústria automóvel estavam, na Europa, ainda longe de recuperadas do impacto da Guerra e a ideia de “pequeno familiar económico” era os micro-carros: os carros-bolha. O Mini, com a margem para inovação que existia, pôde apresentar-se como um produto superior à concorrência. Nos anos 90, apesar das actualizações de motor e outros componentes que foi recebendo, já perdera qualquer competitividade como familiar compacto - mas transformara-se num pequeno citadino razoavelmente popular numa população jovem urbana que exibia tiques de hipster ainda antes de tal palavra se vulgarizar. Fazer o novo Mini como “apenas mais um” familiar compacto, num mercado já saturado de modelos competitivos e sem a margem que Issigonis teve para criar um modelo tecnicamente diferenciado, poderia ter como consequência a diluição do valor que a marca “Mini” foi conquistando ao longo das décadas. Por isso, a BMW optou por lançar o “novo Mini” não como o original se posicionou, mas sim como já se posicionava em 1999: um pequeno citadino urbano para um público-alvo disposto a pagar mais por um objecto de design. O novo Mini, no fim de contas, é a repetição do que foi o novo Carocha. E eu até tenho respeito pelo trabalho feito pela BMW: diz-me quem conduziu ambos que o Mini actual tem um comportamento que faz recordar muito o do original.

Já o novo Carocha foi, na minha opinião, bastante mais desvirtuado: em que mundo irreal se pode imaginar um Carocha com motor à frente?

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