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até que esgotem
A tradução automática do Facebook bem que se esforça, mas parece que ninguém lhe incutiu a sensatez de saber quando parar.
Escondida no meio dos dramas da bola, das tragédias da chuva e das farsas da política, passou-me despercebida a notícia da morte de Angelo Badalamenti, um compositor com visibilidade algo discreta mas que será recordado como um dos grandes.
Quando digo haver nela um certo je ne sais quoi, não pretendo - de todo! - dizer que havia nela um certo não sei quê.