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1 do 1 de 2020

por João Sousa, em 01.01.20

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[Algures às 11:39]

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publicado às 22:15


4 comentários

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De Janita a 02.01.2020 às 14:25

Não gosto das tecedeiras, mas admiro muitíssimo a obra admirável que elas tecem.
A chuva miudinha- ,ou terá sido o orvalho?- veio dar o toque final, adornando de belas pérolas essa obra-prima.
Parabéns a quem viu, registou, para a eternidade, e no-la trouxe, como um magnífico presente de Novo Ano. :)

Obrigada e Bom Ano!
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De João Sousa a 03.01.2020 às 10:07

As aranhas têm muito má imprensa. Talvez sejam aquelas pernas compridas e esqueléticas, ou o cliché de serem manhosas e oportunistas. Mas eu acho-as trabalhadoras, artesãs e são de grande utilidade no controlo de pestes rastejantes e aladas e zumbidoras. No ano passado, tive durante muitos meses uma grande aranha preta escondida no último degrau da escada ao pé da minha porta da casa. Só à sua conta livrou-me de um par de moscas e dois ou três peixinhos de prata. Eu chamava-lhe Inês.

Obrigado e bom Ano.
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De Janita a 03.01.2020 às 21:47

Então a Inês entrou-lhe no aquário? Bolas!
Às tantas queria aprender a nadar...
Nunca o vi tão alegre e bem disposto.
Coisas de Ano Novo, talvez.
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De João Sousa a 06.01.2020 às 11:15

Admito que durante alguns minutos fiquei a pensar no porquê da referência ao aquário. Depois percebi: os peixinhos-de-prata. :) Infelizmente não, os peixinhos-de-prata de que falo não são aquáticos nem têm barbatanas. Estes são uns insectos rastejantes, também chamados peixinhos-prata, traças ou traças do papel (embora sem ligação às aladas), que são especialmente atraídos por locais com soalhos de madeira, livros ou acumulações de papel. A coincidência das três características na casa onde vivo fá-los sentirem-se particularmente bem-vindos aqui e torna-os uma praga constante.

Quanto à minha aparente boa-disposição, é curioso que fique com essa impressão. Tem sido precisamente o oposto. Aliando-se o meu habitual distanciamento em relação a esta quadra festiva às duas últimas semanas ocupadas na inutilidade e frustração de um pequeno projecto profissional exterior à minha actividade habitual, eu diria que tenho estado, pelo contrário, num estado de espírito bastante sombrio. Felizmente liberto de ambas, posso voltar ao meu habitual registo - que, por comparação com os dias mais recentes, deverá parecer quase luminoso.

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