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Acessibilidades

por João Sousa, em 18.11.16
Por vezes, a rampa de entrada no barco está tão inclinada que penso ser mais adequado haver aquelas escadas desdobráveis que alguns aviões têm.

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publicado às 09:09

Leonard Cohen (1934-2016)

por João Sousa, em 11.11.16

Por essa blogosfera, muitos irão escrever sobre a sua música, a sua poesia, a constante presença do amor e da fé na sua obra e na sua vida. Eu também gostaria de o fazer. Contudo, a única coisa que me sai é um muito pouco fleumático - mas inteiramente emotivo - "porra!"

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Uma questão de prioridades?

por João Sousa, em 09.11.16

Estou a ver pessoas que discutem há horas a eleição de Trump mas nunca perderam mais do que cinco ou dez minutos a comentar as nossas.

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publicado às 11:43

Spam

por João Sousa, em 08.11.16

Recebi uma mensagem de email com o assunto "Trump got it right again". Óbvio spam.

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publicado às 13:39

Tom Hanks

por João Sousa, em 04.11.16

Há um par de semanas, estreou nos cinemas mais um filme baseado em Dan Brown; semanas antes, estreara o último de Eastwood. Entre ambos, um ponto em comum: são protagonizados por Tom Hanks.

Quem me conhece fica, por vezes, com a ideia de eu ter má vontade para com Tom Hanks. Completo engano: não tenho qualquer razão para duvidar de que o mr. Hanks seja alguém perfeitamente cordial e amigo do seu amigo, além de eu nutrir por ele um razoável respeito profissional. Nunca me entusiasmou, é certo, mas também nunca me levou a abandonar uma sala de cinema e acredito que faz sempre o melhor que está ao seu alcance. Não: na verdade, a emoção mais intensa que Tom Hanks me inspira é o aborrecimento.  

Hanks instalou-se confortavelmente no nicho do bom-rapaz, posicionando-se como o sucessor espiritual de outros bons-rapazes do cinema como Henry Fonda ou James Stewart, actores que construíram carreiras numa sucessão de personagens decentes e que corporizavam a figura do americano/homem banal que resiste a situações extraordinárias graças ao seu idealismo e carácter. Contudo, Henry Fonda também foi Frank, mercenário de amoralidade atroz em Aconteceu No Oeste, e James Stewart o obcecado manipulador de Vertigo, além de vários cínicos que interpretou a partir de certo ponto na sua carreira. Mesmo Tom Cruise, actor com um controlo paranóico da sua imagem pública, ousou criar em Collateral um personagem nos antípodas dos seus habituais heróis (e fê-lo, na minha opinião, muitíssimo bem). De Tom Hanks, pelo contrário, não me recordo de lhe ver um papel muito afastado do arquétipo quase capriano em que se tornou. E isso, lamento, acho pouco interessante.

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